NEFERTITI

| início | actualidades | o espectáculo | participantes | contactos | créditos |
  particiantes > indice > anterior > seguinte


SÃO JOSÉ LAPA - actriz, encenadora

 

 
 

Começou na Casa da Comédia em Deseja-se mulher (de Almada Negreiros) numa encenação de Fernanda Lapa. Mais tarde fundará o grupo Lídia a Mulher Tatuada, no 1º Acto Clube de Teatro de Algés. Conclui na EST (Conservatório Nacional) o Curso de Formação de Actores e de Encenação dirigindo Amélia Videira na peça A Húngara. Nesse ano funda a companhia de teatro A Centelha, que é contratada pelo Estado para desenvolver em Viseu um projecto de animação, promoção e descentralização teatral. Na Centelha são representados, entre outros, autores como José Gomes Ferreira, António José da Silva, o «judeu», e Alberto Lopes, em mais de trezentos espectáculos por todo o distrito durante pouco mais de um ano. Lecciona Movimento e Drama na Escola do Magistério Primário de Viseu. Dirige a encenação de textos para crianças (Pelintra e Cantochão dão cabo de um aldrabão) e os dramas rurais de Alberto Lopes As mãos metidas na terra e 4 dias de viagem desde aqui até à terra do homem novo.

De novo em Lisboa é dirigida por Filipe La Féria em Anna Magnanni na peça A Paixão de Pier Paolo Pasolini (Casa da Comédia). Em ???? recebe da APCT o prémio para a Melhor Actriz do Ano pelo seu desempenho em Paulina na peça Casamento Branco (Tadeusz Rozewitch) encenada por Fernanda Lapa. Inicia a sua actividade no TNDMII dirigida por Artur Ramos na peça Fernando Talvez Pessoa (Jaime Salazar Sampaio). A partir daí, no elenco fixo do Teatro Nacional, interpretou, entre outras, as seguintes personagens: Yvette, na Mãe Coragem (Berthold Brecht) encenada por Jean-Marie Villigier; Sevadilha, nas Guerras do Alecrim e Manjerona (António José da Silva o «judeu»), numa encenação de Carlos Avilez; Mrs Eryline, em O Leque de Lady Windermere (Oscar Wilde), com direcção de Carlos Avilez.